Sabe aquela sensação de leveza depois de rir até a barriga doer? Ou o prazer após um treino intenso? Isso é endorfina em ação — nossa morfina interna, analgésico natural que reduz a dor e acende o entusiasmo.
Produzidas no cérebro e hipófise, as endorfinas são liberadas em situações de esforço físico, riso, música, afeto e até dor. Têm poder de reduzir a dor, elevar o humor, aumentar imunidade e trazer vitalidade.
Elas podem ser estimuladas por atividades prazerosas, gargalhadas, abraços, contato afetivo, música, meditação e até alimentos como chocolate amargo. Durante a menopausa, ajudam a aliviar alterações de humor e energia. No envelhecimento, protegem contra isolamento e declínio cognitivo.
Na mentoria, a endorfina aparece quando conquistas são celebradas e o ambiente é leve. Ela colore a jornada: dá prazer para que a dopamina continue, cria leveza para que a serotonina mantenha equilíbrio e fortalece vínculos que a ocitocina sustenta.
A endorfina prova que o corpo guarda sua própria farmácia da felicidade. Basta acioná-la com leveza e propósito.
Fontes principais em português consultadas:
1. Essentia – “Hormônios da felicidade: quais são e como podem ser estimulados” (https://essentia.com.br/conteudos/hormonios-da-felicidade/)
2. Correio Braziliense – “‘Quarteto da felicidade’: conheça os hormônios que mudam o humor” (https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2024/01/6785240-quarteto-da-felicidade-conheca-os-hormonios-que-mudam-o-humor.html)